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Criar partições em um HD externo é uma ótima forma de aumentar a velocidade de leitura, visto que o acesso aos dados passa a ser feito por setores menores e independentes do restante. Além disso, particionar o HD também pode auxiliar na organização dos seus arquivos.

HD externo com mais de uma partição

Nos passos abaixo, mostraremos como realizar o processo de particionamento, que serve tanto para HDs vazios, quanto para discos que já contenham algum arquivo. Acompanhe!

Passo 1. Conecte o HD ao computador e aguarde que o dispositivo seja reconhecido pelo sistema.

Passo 2. Clique com o botão direito do mouse sobre o “Computador” e, em seguida, em “Gerenciar”.

Opções de gerenciamento do computador

Passo 3. Na coluna de menus à esquerda, clique em “Gerenciamento de disco”. Todos os discos conectados ao computador serão exibidos ao lado.

Passo 4. Localize o disco desejado, clique com o botão direito sobre ele, e selecione a opção “Diminuir volume”.

Gerenciamento de discos conectados ao computador

 

Passo 5. Defina em quanto o tamanho total será diminuído para dar espaço a outras partições e clique em “Diminuir”.

Diminuindo o volume principal de um HD externo

Passo 6. Após a diminuição, você já terá uma nova partição, mais ainda é preciso alocar o espaço disponível para utilizá-la. Para isso, clique com o botão direito sobre o novo segmento do disco e selecione a opção “Novo volume simples”.

Preparando a nova partição

Passo 7. Um assistente de configuração será aberto.  Defina o tamanho do novo volume e clique em “Avançar”.

Definindo o tamanho do novo volume

Passo 8. Prossiga escolhendo uma letra para a nova partição e definindo as opções de formatação de acordo com suas preferências.

Passo 9. Por último, clique em “Concluir” e finalize o processo de formatação para poder utilizar o novo volume criado.

Formatando o novo volume

Pronto, a nova partição do seu HD externo está criada e pronta para ser usada!

Se você quisesse esconder dinheiro, você deixaria um papelzinho amarelo brilhante preso na base do seu teclado, com instruções de como achar o dinheiro? E que tal em cima do seu monitor? Ou debaixo do seu telefone?

É claro que não. Mas o fato é que um número surpreendente de pessoas anota suas senhas e as mantém exatamente nesses lugares mais óbvios, esperando que o primeiro ladrão que aparecer as encontre. Fazemos isso porque é difícil lembrar todas as senhas que temos, o que só piora no caso daquelas que mudam todos os meses. Então, é claro, nós as anotamos em pedaços de papel e temos que nos lembrar de onde os guardamos.

Os 6 lugares mais populares (e, assim, os piores) para esconder senhas
A pior coisa que você pode fazer, em termos de segurança, é anotar suas senhas e guardá-las em algum lugar debaixo da sua mesa ou da cadeira. Mas muita gente faz isso! Estes são os lugares mais populares:

  • Embaixo do teclado
  • Embaixo do mouse pad
  • Embaixo do telefone
  • Embaixo da mesa
  • No monitor
  • Na primeira gaveta

A melhor memória é aquela na sua cabeça

Qualquer um que trabalhe em segurança de TI vai dizer isto: nenhuma senha é 100% segura, mas o melhor lugar para guardá-las é na sua cabeça – memorize-as. Então, o que você tem que fazer é criar senhas fortes que você não vai esquecer.

E este é o problema: a maioria das pessoas tem medo de que, a menos que suas senhas sejam curtas e simples, eles as esquecerão. Eles escolhem seus próprios nomes ou os nomes de seus filhos; seus endereços; seus aniversários; sequências comuns de números, como 88888888 – e usam uma senha só para tudo, para todas as contas online. (Isso obviamente não é uma boa ideia, pois, se um hacker conseguir sua senha, tentará usá-la em todas as contas.) Erroneamente, eles acham que não são importantes o suficiente para que os hackers queiram suas informações, não percebendo que os cibercriminosos são implacáveis: eles irão pegar tudo o que quiserem, independente de quem você é; em alguns segundos, eles podem roubar sua identidade, seu dinheiro e sua reputação.

E isso é bem fácil para eles. Um “adivinhador de senhas” disponível comumente, por exemplo, pode descobrir 24% das senhas usando apenas 100.000 combinações e pode testar centenas de milhares de senhas em apenas UM SEGUNDO.

Suas senhas são fortes o bastante? Teste-as aqui, na Central de Proteção e Segurança Microsoft.

Dicas úteis para ajudar você a criar senhas ultrasseguras

1. Sua senha deve ser longa e complexa. A Microsoft recomenda que a senha tenha 14 caracteres, pelo menos. Misture letras maiúsculas e minúsculas, números e pontuação. Quanto maior a variedade, melhor.

2. Não use palavras inteiras que aparecem no dicionário (em qualquer idioma), mesmo de trás para frente ou abreviadas, ou sequências comuns de números.

3. Não use aniversários ou números de passaporte, seus ou de alguém da sua família.

4. Um bom método é escrever uma sentença inteira – mas em código. Funciona assim:

  • Escolha uma frase que tenha um significado para você e que você não vá esquecer – por exemplo, “eu quero ir para casa às 5 horas da tarde”.
  • Transforme a frase em uma série de letras, usando a primeira letra de cada palavra: “eqipca5hdt”.
  • Coloque algumas das letras (por exemplo, as da primeira metade do alfabeto) em maiúsculas: “EqIpCA5HDt”.
  • Digite uma letra como o “E” como um número: “3qIpCA5HDt”.
  • Use @ em vez de “A”: “3qIpC@5HDt”.
  • Coloque mais dois números de que você irá se lembrar no meio: “3qIpC@195HDt”.
  • Coloque pontuação: “3qIpC@19??5HDt” (14 caracteres)

Como memorizar senhas

Um pesquisa de 2007 com 3.000 pessoas[1] mostrou que um terço dos participantes com menos de 30 anos não conseguiam se lembrar de seus próprios números de telefone. Não resta dúvida do porquê de acabarmos anotando nossas senhas nos monitores! Nós simplesmente nos tornamos muito dependentes de acesso rápido à tecnologia. Infelizmente, não existe uma solução simples: se você quiser se lembrar de suas senhas, terá que treinar sua memória.

Mas, se você tiver muitas senhas para lembrar, uma coisa que você pode fazer é manter a “sentença” da senha igual e adicionar três letras do nome do site – por exemplo, “3qIpC@19??5HDtYaH” (Yahoo!) ou “3qIpC@19??5HDtFaC” (Facebook) ou “3qIpC@19??5HDtBaN” (banco).

Fácil para você; difícil para os hackers. A Verificação de Senha da Microsoft considerou “Fortes” as senhas que criamos acima. Provavelmente, você pode fazer ainda melhor.

Ian Robertson, Professor de Psicologia do Instituto de Neurociência e Escola de Psicologia do Trinity College em Dublin, Irlanda
HP News

Muitas pequenas e médias empresas acreditam que apenas grandes companhias são alvos dos ciber criminosos, já que detêm um grande número de informações e possuem mais recursos financeiros. Mas o que percebemos hoje é que os hackers estão cada vez mais interessados nas PMEs. Com base em descobertas recentes do sistema de detecção de malware da Symantec.cloud, o Skeptic,  mesmo as mais sofisticadas ameaças à segurança estão se voltando especificamente para as empresas de pequeno e médio porte.Mas o que seria exatamente um “ataque direcionado”? Nestes ataques, os exemplos sofisticados de malware que acabamos de citar são enviados para funcionários que foram particularmente identificados pelos invasores. Eles pesquisam e descobrem quais indivíduos têm acesso a dados ou sistemas que desejam explorar. Os ataques são, então, concentrados nesses profissionais.

Os ataques direcionados de malware são relativamente raros – o sistema da Symantec.cloud detecta cerca de 85 ataques direcionados por dia. Entre os ataques identificados desde 2010, 40% foram enviados para pequenas e médias empresas, com menos de 500 funcionários.

Uma pesquisa revelou também que, dentre todas as empresas que foram alvos de pelo menos um ataque direcionado desde o início de 2010, mais de 50%  são de pequeno e médio porte. O estudo constatou ainda que os setores que estão sob maior risco são os de engenharia, recreação, organizações sem fins lucrativos, marketing, mineração e petróleo; mostrando que os invasores também valorizam a propriedade intelectual – além de recursos financeiros – quando escolhem seus alvos.

Por não contarem com uma equipe de segurança dedicada, as PMEs estão sob um risco maior. Porém existem outras maneiras de proteger as informações confidenciais contra os invasores. Considerando este cenário, a Symantec apresenta algumas dicas que podem ajudar as pequenas e médias empresas a se protegerem contra as ameaças virtuais:

- Não espere até que seja tarde demais: comece a mapear hoje um plano de preparação contra desastres. O projeto deve identificar seus recursos essenciais.

- Garanta a proteção total das informações: use soluções de backup e segurança adequadas para guardar arquivos importantes. A nuvem traz novas opções para pequenas e médias empresas que precisam de uma maneira simples, acessível e segura de fazer backup e restaurar dados e sistemas críticos.

- Envolva os funcionários: oriente os funcionários sobre práticas recomendadas de segurança dos computadores e o que fazer caso eles percam informações.

- Faça testes frequentes: testes regulares das ações de recuperação de desastres são valiosos e devem ser feitos sempre que qualquer estrutura for alterada no ambiente.

- Faça revisões do plano: você deve rever seu plano de preparação contra desastres pelo menos uma vez a cada trimestre.

As pequenas e médias empresas são alvos importantes de ataques. E por não conseguirem manter um departamento dedicado de TI e segurança, essas empresas podem estar em uma posição delicada. Sendo assim, considere as dicas apresentadas como maneiras adicionais de proteger seu patrimônio, antecipando a proteção e prevenindo os ataques.

Fonte: Olhar Digital

A gigante Google anunciouque vai disponibilizar a ferramenta de chamadas telefônicas no Gmail para o Brasil e mais 37 países. O serviço oferece baixas tarifas e possibilidade de comunicação com todo o mundo utilizando apenas o webmail, sendo que 150 grandes cidades do globo têm tarifas especiais. Esta acaba sendo uma nova opção para quem utiliza serviços de voz sobre iP, como o Skype, por exemplo.

Para adicionar créditos e realizar ligações, é preciso utilizar o Google Checkout. Eles poderão ser comprados em 4 moedas: euros, libras esterlinas, dólares canadenses ou dólares americanos. O custo de uma chamada para número fixo custará US$0,04 por minuto, enquanto uma ligação para celular custará US$0,15 por minuto. No caso de ligações para São Paulo e Rio de Janeiro, o preço será menor: US$0,02 por minuto. O custo de ligações para Belo Horizonte será de US$0,03 por minuto (clique aqui para ver a tabela de tarifas para o mundo).

Caso o serviço já esteja disponível para você, um ícone de telefone verde e pequeno será exibido no topo de sua lista de bate-papo.

Fonte: Olhar Digital

http://www.google.com/chat/voice/

Em todos os tipos de produtos há características que são enfatizadas pelos fabricantes e vendedores, mas que na verdade não tem muita importância para a maioria das pessoas. Muitas delas são importantes só em um contexto mas não em outros, e algumas características realmente importantes às vezes não recebem atenção. 

Computadores, sejam desktops ou notebooks, não são diferentes. Antes de gastar seu rico dinheirinho em um novo modelo com um processador de “trocentos gigahertz”, leve em conta as informações neste artigo. Aqui mostramos quais as características que você pode ignorar, quais são importantes em determinadas situações, e quais você deve procurar em sua próxima máquina.

O que não importa

Pequenas diferenças no clock (“velocidade”) do processador: um processador de 2.6 GHz com certeza será mais rápido que um modelo de 1.2 GHz, mas você não deve pagar a mais por diferenças pequenas. Na prática, você não conseguirá notar a diferença entre um processador Core i5 de 2.3 GHz e um de 2.5 GHz, portanto não se preocupe com isso.

Velocidade da RAM: Essa informação às vezes aparece nas fichas técnicas de alguns fabricantes, mas não é comum. Assim como nos processadores, mais rápido é melhor, mas no dia-a-dia a diferença entre pentes de memória que operam a 1066 ou 1333 MHz é praticamente nenhuma.

Velocidade de gravação de discos DVD ou Blu-Ray: mesmo que você seja um dos poucos que ainda lida frequentemente com mídia física, terá dificuldade em encontrar uma unidade óptica que tenha uma vantagem considerável na velocidade de gravação. Se você vai gravar um disco, terá de esperar um pouco, não importa se o gravador funciona  6x ou 10x. E todos eles tocam filmes do mesmo jeito.

O que às vezes importa

Placas 3D (GPUs) com toneladas de memória: tudo o que você quer é assistir a alguns filmes em Blu-ray e vídeos em HD no YouTube? Então não faz sentido investir em uma GPU, mesmo um modelo mediano, com 1 ou 2 GB de RAM. A placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente é mais do que suficiente para a tarefa, especialmente se ele foi fabricado nos últimos dois anos, ou se é um novo computador com processadores Intel Core de segunda geração (família Sandy Bridge) ou AMD Fusion.

Jogos são a exceção. Nesses casos a placa de vídeo que veio com seu computador provavelmente não dará conta do recado, e uma GPU mais sofisticada com 1 GB de RAM irá ter desempenho melhor que um modelo de 512 MB ou 256 MB. Modelos com 2 GB são praticamente uma categoria à parte, exclusividade de entusiastas que exigem o máximo em desempenho nos jogos e não se acanham em gastar quase R$ 1.000 pra isso.

Quantidades enormes de memória de vídeo só são realmente úteis em gráficos de qualidade muito alta em telas de resolução muito alta. Um processador de vídeo mais rápido com menos RAM irá sempre ter melhor desempenho que um processador inferior com muita RAM.

Processadores quad-core: no mundo dos notebooks um processador dual-core (com dois núcleos) provavelmente terá desempenho melhor que um quad-core (com quatro núcleos) para a maioria dos aplicativos do dia-a-dia utilizados pela maioria dos usuários. Um processador dual-core geralmente opera a uma frequência (clock) mais alta, e a maioria dos aplicativos de uso geral (como editores de texto e navegadores) não faz bom uso de um processador com quatro núcleos.

Mas se você faz muita edição de vídeo, computação científica ou cálculos de engenharia, então um processador quad-core é o ideal. Se você quiser comprar uma máquina “pronta para o futuro”, tenha em mente que os aplicativos “multithreaded” (capazes de executar várias tarefas em paralelo, tirando proveito dos múltiplos núcleos de um processador moderno) estão se tornando comuns, e seu PC conseguirá fazer mais coisas ao mesmo tempo se tiver mais poder de processamento.

Brilho da tela de um notebook: uma tela brilhante demais em um notebook irá esgotar a bateria rapidamente. Uma tela de 300 nits (a medida de brilho de uma tela) é tão brilhante que chega a incomodar os olhos, e a maioria dos usuários, de qualquer forma, diminui o brilho de suas telas.

O brilho é realmente importante para as pessoas que usam seus notebooks ao ar livre. Nesse caso, quanto mais brilhante a tela, melhor.

O que realmente importa

Quantidade de RAM: quanto mais melhor, sempre. Um netbook com 2 GB de RAM será muito mais “esperto” que um modelo com 1 GB. Se você quer o melhor em desempenho e pretende trabalhar com muitos programas abertos ao mesmo tempo (ou dezenas de abas simultâneamente no navegador), não aceite menos que 4 GB, e máquinas com 6 ou 8 GB não são uma má idéia se você pagar o preço.

Um HD espaçoso e rápido: a “velocidade” de um HD é medida em rotações por minuto (RPM). Quanto mais rápido o disco onde os dados estão armazenados gira, mais rápido o computador pode chegar até eles e maior a velocidade de transferência. Um PC equipado com um HD de 7.200 rpm será notavelmente mais rápido que uma máquina similar com um disco de 5.400 rpm na hora de carregar o sistema operacional, abrir aplicativos e copiar arquivos.

Quanto ao espaço em disco, qual o sentido de ter um “super” PC se não cabe nada dentro dele? Espaço em disco está cada vez mais barato, e discos de 3 TB estão começando a aparecer nas lojas. Na prática, não aceite nada menor que 500 GB, e procure modelos com discos de 640 GB ou 1 TB se puder pagar a diferença (que não deve ser muito grande).

Discos de estado sólido (SSDs) ainda são raros por aqui e tem capacidade limitada, modelos de 128 GB ou 256 GB são os mais comuns, mas ainda assim caros. Entretanto eles podem causar uma diferença notável no desempenho da máquina, reduzindo drasticamente o tempo necessário para o boot e carga dos aplicativos.

Se você puder, invista nesta tecnologia. Mesmo um SSD menor, como um modelo de 64 GB, pode ser útil: coloque o sistema operacional nele, e deixe seu HD tradicional para os arquivos grandes como filmes, fotos e músicas.

Peso: mesmo pequenas diferenças no peso podem fazer um grande diferença quando você está carregando a máquina o dia todo por aí. A diferença de peso entre um máquina de 1,5 Kg e uma de 2,2 Kg pode não parecer tão grande, mas acredite: no final do dia ela será imensa.

Autonomia de bateria: quanto mais melhor, mas tenha cuidado. Fabricantes costumam relatar números de autonomia de bateria obtidos sob “condições ideais”, que você raramente irá encontrar no dia a dia (Wi-Fi desabilitado, brilho da tela em 25%, apenas um aplicativo rodando, etc). Para ter uma idéia da autonomia real, pegue o número informado pelo fabricante e reduza-o em 20%.

Ou seja, uma bateria com autonomia de “3 horas” vai durar na verdade menos de duas horas e meia. Não aceite nenhuma máquina com autonomia menor do que três horas, especialmente se viaja muito e precisa fazer uso constante dele. Não há nada pior do que ficar caçando uma tomada no aeroporto a cada 2 horas só para poder continuar trabalhando. Quer dizer, há sim: ficar sem bateria durante o vôo e não conseguir terminar uma apresentação ou relatório.

Sua rede Wi-Fi doméstica parece lenta? Um estudo recente da empresa inglesa Epitiro, especializada na análise de redes de banda larga, mostra que os consumidores perdem em média 30% da largura de banda oferecida por seus aparelhos quando usam uma conexão sem fios em casa.

Por que a lentidão? Você já deve ter ouvido falar que eletrônicos domésticos, incluindo fornos de microondas, babás eletrônicas e telefones sem fio afetam o desempenho das redes.

1. O inimigo número um são as redes Wi-Fi de seus vizinhos

Atualmente as maiores fontes de interferência para a maioria das pessoas são as redes Wi-Fi dos vizinhos.
O problema é que a maior parte do equipamento Wi-Fi opera em uma “congestionada” faixa de frequência de 2.4 GHz.  Há basicamente três canais que não se sobrepõem. Fazendo uma analogia, os descrevo como uma rodovia de três pistas que é muito, muito movimentada.

Se você usa um roteador na frequência de 2.4 GHz (ou seja, qualquer roteador Wi-Fi no padrão “b” ou “n”). em uma área densamente povoada, as redes dos vizinhos podem interferir com a sua, prejudicando o desempenho e limitando seu alcance.

A solução: compre um roteador capaz de operar nos padrões 802.11g (2.4 GHz) e 802.11n (5 GHz). A frequência de 2.4 GHz é necessária para suportar aparelhos Wi-Fi mais antigos, enquanto a de 5 GHz é quase como uma rodovia de 11 pistas da qual ninguém ainda ouviu falar, consequentemente há muito menos congestionamento.

Novos aparelhos Wi-Fi, incluindo tablets como o Apple iPad e o Motorola Xoom, TVs com Wi-Fi integrado, videogames e notebooks, especialmente os voltados ao mercado corporativo, são todos dual-band. “Todos funcionam na frequência de 5 GHz e podem tirar proveito da rodovia vazia, o que realmente ajuda”.

É importante comprar um roteador que suporte as duas frequências simultâneamente. Alguns modelos “dual-band” mais antigos só permitem uma frequência de cada vez, o que é um problema se você tiver aparelhos mais antigos em casa, já que para usá-los terá que deixar o roteador em 2.4 GHz e não terá nenhum benefício do modo de 5 GHz.

Na hora de comprar um novo roteador procure por modelos dual-band 802.11n MIMO, geralmente identificados com o termo “N600”. O N se refere ao 802.11n, um padrão internacional para redes sem fio aprovado em 2009 que opera a 5 GHz. Já a tecnologia MIMO (Multiple Input, Multiple Output, ou “Entradas e Saídas Múltiplas”) aumenta o alcance da rede através do uso de múltiplas antenas para enviar e receber dados. E o “600” se refere a dois canais de dados, cada um transmitindo a 300 Megabits por segundo.

2. Eletrônicos domésticos

Será que seu microondas, telefone sem fio ou babá eletrônica estão sabotando seus downloads? Talvez.

A maioria dos problemas com telefones sem fio e fornos de microondas envolve produtos que operam na frequência de 2.4 GHz. A maioria das babás eletrônicas opera a 900 Mhz e não irá interferir com o Wi-Fi. Entretanto, alguns modelos operam a 2.4 GHz, o que pode interferir com redes 802.11g ou 802.11n de canal único.

A solução: ao comprar uma babá eletrônica, procure modelos que operem na faixa de 900 Mhz. O mesmo vale para telefones sem fio: modelos mais recentes operam na faixa de 1.9 GHz, e não irão interferir nas frequências de 2.4 ou 5.8 GHz.

3. Dispositivos Bluetooth

Dispositivos Bluetooth mais antigos interferiam em redes Wi-Fi, mas isso é passado. “Nos últimos anos os fabricantes de aparelhos Bluetooth e Wi-Fi implementaram técnicas específicas para minimizar a interferência”.

A solução: “a maioria das pessoas troca seus celulares a cada dois anos, então a não ser que você tenha um celular com Bluetooth ou headset Bluetooth muito antigo, é improvável que ele vá interferir com sua rede Wi-Fi”, afirma.

4. Humanos

Se você se lembra das aulas de ciência, deve saber que o corpo humano é composto em sua maioria por água, entre 45 e 75 por cento dependendo de sua idade e porte físico. E a água também pode prejudicar o desempenho de uma rede Wi-Fi.

“Digamos que você está dando uma festa e a sala está lotada. Tantas pessoas juntas podem reduzir a intensidade do sinal Wi-Fi, mas este é um caso extremo”, diz Kalle. “Quando estamos fazendo testes de Wi-Fi no laboratório e queremos resultados muito precisos, temos que tomar cuidado para não ficar em frente à antena, porque isso modifica visivelmente os resultados”, adiciona.

A umidade também pode afetar o desempenho de redes Wi-Fi, mas não o suficiente para que o usuário comum note a diferença.

A solução: relaxe. Não se preocupe com a umidade e com as pessoas. Afinal, não dá para controlar o clima, e não é recomendável ser antisocial só para garantir um melhor desempenho na rede.

5. Ajustes de segurança

Em alguns roteadores mais baratos, segurança mais forte pode afetar moderadamente o desempenho. Entretanto, isto não significa que você deve desligar a segurança completamente, ou usar segurança mais fraca.

Nos últmos anos, os protocolos WPA (Wireless Protected Access) e WPA2 substituíram o mais antigo e menos seguro WEP (Wireless Encryption Protocol). Em roteadores baratos que usam WEP como padrão, mudar para WPA pode afetar um pouquinho o desempenho. Em contraste, aparelhos mais robustos tem hardware especificamente projetado para criptografia WPA e WPA2, e como resultado os protocolos de segurança mais sofisticados não devem prejudicar o desempenho da rede.

A solução: Kalle enfatiza a importância da criptografia do roteador. “Sempre ouvimos histórias sobre roubo de informações, e é tão fácil habilitar a segurança hoje em dia”, diz. Como os roteadores atuais tem segurança habilitada por padrão, os usuários não devem se preocupar em configurá-la. Mas não desabilite a criptografia, mesmo que isso possa acelerar um pouco as coisas.

6. Firmware antigo

Por que atualizar o firmware do roteador? Bem, melhorias de desempenho e ocasionalmente um ou outro novo recurso são bons motivos. “Sempre que você tiver um problema, verifique se está usando uma versão recente do firmware. Às vezes há bugs aqui e ali, e o fabricante do roteador já pode ter disponibilizado uma solução”, diz Kalle.

Mesmo quando você compra um roteador novo é uma boa idéia verificar se há versões mais novas do firmware disponíveis, afinal meses podem ter se passado entre a fabricação do aparelho e o momento em que você o comprou.

A solução: mantenha o firmware atualizado. Em aparelhos mais antigos é necessário acessar a interface de administração do roteador (geralmente através de uma página web) para buscar por atualizações. Mas o processo está ficando mais fácil. “Nossos roteadores tem um aplicativo – quase que um iTunes – que avisa quando uma versão mais recente do firmware está disponível”, diz Kalle. O usuário pode fazer a atualização simplesmente pressionando um botão.

Embora o funcionamento do seu roteador possa parecer misterioso, seguir estas dicas simples pode ajudar muito a manter sua rede Wi-Fi doméstica em perfeito funcionamento.

Fonte: Entrevista feita com Nandan Kalle, gerente de unidade da fabricante de roteadores Belkin pela Winco/ AVG

Pessoal
Achei o assunto muito interessante pois se trata de um projeto sustentável, o que chamamos de TI VERDE.

O datacenter do Google na Finlândia em fase de ser concluído, e o google divulga o projeto completo do datacenter em torno de 200 milhões de euros, e um dos detalhes deste projeto que é abordado no vídeo é sobre a estrutura de resfriamento do datacenter.

Com a grande quantidade de computadores e equipamentos em um datacenter o aquecimento é imenso, o datacenter da finlândia possuem uma estrutura subterrânea de túneis de granito, que são preenchidos por água fria do mar através de bombeamento de canos e após o resfriamento devolve a aguá para o mar e assim o processo se recicla a todo momento.
É simplesmente fascinante!

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